Aparentemente, os religiosos radicais da Igreja Batista de Westboro (WBC, na sigla em inglês), nos Estados Unidos, descobriram que emitir ácidas opiniões sobre os famosos é uma boa forma de conseguir se promover. Depois de fazer declarações homofóbicas a respeito da boyband One Direction, o alvo da vez é a cantora Taylor Swift.
Assim como no caso do 1D, a WBC pretende boicotar e fazer manifestações em frente da arena que receberá o show Taylor em Kansas City, no dia 3 de agosto. Em comunicado, a Igreja falou que a loira "passa uma imagem de garotinha da vizinhança e cantora country, enquanto pula de um jovem rapaz para outro, caminhando pelo cenário mundial como uma prostituta orgulhosa".
A organização também culpou o pai da artista, por não ter controle sobre sua "aparência vulgar e fornicação em série" e por apenas pensar no dinheiro, e não na "alma perdida"da filha. Taylor Swift tem um exército de 29 milhões de seguidores no Twitter, que recentemente fizeram a poderosa Abercrombie & Fitch desistir de uma camiseta sobre a cantora. Será que eles vão deixar as ofensas passarem em branco?
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